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Ricardo Martins encerra participação no Rally Dakar 2017

San Juan (Argentina) – Ricardo Martins encerrou a participação no Rally Dakar 2017. A décima etapa da prova, realizada nesta quinta-feira (12) entre Chilecito e San Juan, na Argentina, foi crucial para o catarinense. Ele passou por muitas dificuldades até sofrer desidratação nas dunas. Melhor brasileiro das motocicletas até o incidente, o piloto do Team Rinaldi confirmou o abandono a apenas dois dias da chegada do maior rally do mundo, programada para este sábado (14) em Buenos Aires, Argentina.

Martins estava em 58º lugar no ranking das motos, além de ocupar a 11ª colocação da categoria G2 (Marathon até 450cc). “A décima etapa foi muito tensa para mim. Fiquei travado em um lugar fora do roteiro e fiz muito esforço para tirar a moto de lá. Consegui seguir na prova, mas depois tive problemas nas dunas. Sofri desidratação e cheguei ao ponto de não conseguir mais levantar. O socorro chegou rápido e logo me recuperei”, relatou.

SETOR DE NOVOS AUTOMÓVEIS APRESENTOU UMA QUEDA DE 20% EM VENDAS

São Paulo - SP (DINO)
Em 2016, o mercado de automóveis no Brasil apresentou queda de 20% nas vendas em comparação ao ano interior. Esse número - que inclui automóveis de passeio, caminhões, ônibus e comerciais leves – revela que o setor retomou índices vividos entre os anos de 2006 e 2007. De acordo com dados levantados pelo jornal Folha de S. Paulo, ao todo foram licenciados 2,05 milhões de veículos novos.

CAMINHÕES VOLKSWAGEN GANHAM NOVA CONFIGURAÇÃO PARA ROTAS MISTAS


São Paulo-SP (DINO)
É nossa determinação ir além para satisfazer a necessidade do mercado e esses modelos comprovam toda a nossa estratégia de negócio
A MAN Latin America está com um portfólio completo de caminhões Volkswagen na versão Crossover, com três novos modelos desenvolvidos especialmente para aplicações mistas. A montadora elegeu para estreia dos veículos VW nessa configuração dois de seus líderes de vendas: o leve Delivery 8.160 e o pesado Constellation 24.280 se somam ao médio Constellation 17.280 com características especiais para facilitar o trânsito em terrenos de difícil acesso. Para o segmento extrapesado, a opção é o MAN TGX 29.440 ou 29.480.

Atenção! Trinta doenças garantem descontos na compra do carro novo; Saiba quais


Você que pretende comprar um carro novo pode ter direito a descontos com a isenção de impostos e talvez nem esteja sabendo. A questão é que, ao contrario do que muita gente pensa, o beneficio da isenção fiscal não abrange apenas pessoas com deficiência física, mas também, portadores de doenças que provocam algum tipo de limitação.

Veículo em leilão: como comprar mais barato e economizar até 30% - 6 dicas

Comprar carro semi-novo em leilão pode ser um jeito de gastar até 30% abaixo da tabela Fipe, se você fechar um bom negócio. A oferta de veículos à venda deve crescer nos próximos meses, por causa dos consumidores que não conseguiram pagar o financiamento e perderam o carro.

A inadimplência nas modalidades de financiamento em que o bem é colocado como garantia da dívida passou de 4% para 4,7% nos últimos 12 meses até outubro, segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).

Mas comprar carro em leilão não é para amadores. Para a pechincha não sair cara depois, é preciso conhecer em detalhes a operação e tomar alguns cuidados.

Para começar, entenda que o leilão é uma venda pública de empresas leiloeiras, online ou presencialmente, aberta a qualquer pessoa física ou jurídica. Assim, você vai competir com lojas de carros, e leva quem der o lance maior.

Apesar de representarem apenas 20% dos consumidores desse mercado, pessoas físicas como você levam vantagem porque não têm a obrigação de ter lucro e podem dar lances mais altos, como explica o leiloeiro da Sodré Santoro Moacir de Santi.

No entanto, comprar carro em um leilão oferece alguns riscos. Algumas seguradoras, por exemplo, não cobrem veículos comprados em leilão, apesar dessa prática ser ilegal. A seguir, veja seis dicas para não cair em furadas:
1) Certifique-se de que o leilão é legalizado

É importante buscar um leilão regulamentado, registrado em um edital público, como lembra José Félix, responsável pela área de varejo da empresa de vistoria Dekra. O consumidor pode encontrar o edital no próprio site da empresa de leilão ou em jornais.
2) Compare preços no mercado

Antes de dar um lance, é essencial pesquisar os preços que as revendas cobram pelo carro do mesmo modelo e ano oferecido no leilão. Sites como OLX, Mercado Livre e iCarros podem ajudar.

Tenha cuidado para não dar um lance alto demais, na tentativa de arrematar o leilão, e acabar pagando muito caro, como recomenda a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.
3) Avalie bem a condição do carro

Em leilões de veículos, há carros simples ou mais luxuosos, em boas ou más condições. Além dos devolvidos por falta de pagamento, há automóveis que sobraram nos estoques das montadoras, praticamente novos, e carros vendidos por seguradoras, envolvidos em acidentes ou encontrados após roubo.

Os carros são colocados à venda no leilão da forma como foram entregues ao leiloeiro e é possível agendar uma visita para averiguar o estado do veículo.

No entanto, é comum o leiloeiro impedir que os possíveis compradores liguem o carro e até até entrem no veículo, e é aí que mora o perigo, segundo o advogado e engenheiro Milad Kalume Neto, gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics.

“Normalmente os veículos provenientes de leilão são bens em estado ruim de conservação e exigem certo investimento para deixá-lo em ordem”, explica. Assim, por exemplo, se você comprar um bem que vale 20 mil reais por 15 mil reais, terá lucro, mas se tiver que investir mais de 5 mil reais para arrumá-lo, terá prejuízo.

Entretanto, a lei protege consumidores de problemas ocultos, e uma ação na Justiça pode resolver a questão, segundo Kalume Neto.

Alguns dão um valor de avaliação para o carro, como referência para o consumidor, a partir de uma vistoria terceirizada, o que traz segurança. “Tendo os cuidados necessários, você consegue encontrar bons produtos”, avalia José Félix, da Dekra.
4) Conheça todos os custos do leilão

Além do carro, o consumidor precisa pagar uma comissão para o leiloeiro de 5% sobre o valor do veículo. Algumas empresas também cobram outras taxas administrativas, mas o Idec recomenda que os clientes não paguem por custos como diárias do depósito, taxas de reboque e débitos do antigo dono do carro.

Por isso, é importante ler atentamente o edital publicado pela organização antes de fechar o negócio. Não esqueça que você também terá despesas com a documentação para transferir o carro para o seu nome e com os reparos necessários no carro. Todos os custos precisam ficar abaixo do desconto em relação à tabela Fipe, se não, a compra não vale a pena.
5) Prepare o bolso para pagar à vista

Não é possível financiar carro comprado em leilão, por isso, prepare o bolso. Organizar o orçamento e começar a investir são passos importantes.
6) Peça ajuda de alguém experiente

Por ter tantos detalhes que podem gerar prejuízo, Ione Amorim, do Idec, recomenda fechar negócio com a ajuda de alguém que já passou por essa experiência ou que conhece melhor o mercado.

“Às vezes, o consumidor se sente atraído pelo veículo significativamente abaixo do valor de mercado, mas, sem conhecimento, pode fazer um péssimo negócio”, diz Ione.

Fonte: Seu Jurídico


Marcílio Guedes DrummondPRO

Segurança Pública proíbe uso de capacete dentro de loja, posto ou condomínio - multa em reincidência pode ir até R$ 1000 reais

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Lorenzoni: propostas se complementam para coibir atividades criminosas

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou proposta para proibir o uso de capacete ou outro equipamento que oculte a face em estabelecimentos comerciais, públicos ou privados. A proibição também vale para o condutor que esteja caminhando por vias públicas.

Comissão aprova obrigatoriedade de seguradora informar em 48 horas sobre recusa no contrato de seguro


Cabo Sabino: tem sido recorrente a prática de as seguradoras não prestarem informação adequada aos cidadãos

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga as empresas fornecedoras de seguros a informar ao consumidor o motivo da recusa na contratação do seguro no prazo máximo de 48 horas. O prazo começará a ser contado a partir do prazo solicitado pela seguradora para avaliação da proposta de seguro. A medida está prevista no Projeto de Lei 5541/16, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).